MARATONA TREKKER – fevereiro 2015

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Nosso medo mais profundo

“Nosso Medo Mais Profundo”

 

“Nosso medo mais profundo não é o de não sermos bons o suficiente.

 O nosso medo mais profundo é o de sermos poderosos além das medidas.

 É a nossa luz, e não a nossa escuridão, o que mais tememos.

 Por isso nos perguntamos: Quem somos para nos considerarmos brilhantes, maravilhosos, talentosos, fabulosos?

Nós somos crianças de Deus. A nossa falsa humildade não vai servir o mundo.

Não há nada de iluminado nesse encolher-se para que outros não se sintam inseguros à nossa volta.

Estamos todos aqui para irradiar, como fazem as crianças e, à medida que deixamos a

nossa luz brilhar, inconscientemente damos aos outros permissão para que brilhem também.

À medida que nos libertamos do nosso próprio medo, a nossa presença,

automaticamente, liberta os outros para que façam o mesmo.

A segurança só para alguns é, de fato, a insegurança para todos.

Depois de escalar uma grande montanha, descobrimos apenas que há muitas outras montanhas para escalar.

Marcados nessas pedras, você vai encontrar a dor da nossa luta, a tristeza das nossas

perdas e os alicerces da nossa vitória.

Para o mundo viver em paz é preciso que o círculo de luz seja expandido.”

 

                     “Our Deepest Fear”, publicado por Marianne Williamson, em 1992 no livro  “A Return to Love”.

 

“Numa sociedade rápida, as emoções lentas se tornam extintas. Uma mente pensante não pode sentir. Emoção é uma experiência que acontece nos espaços entre os nossos pensamentos. Se não há espaços, não há emoção. Hoje as pessoas estão pensando o tempo todo e confundem pensamento (palavras/linguagem) com emoção. Vai chegar um tempo em que não haverá mais espaços entre os pensamentos e as pessoas serão incapazes de experimentar ou mesmo tolerar esses espaços. A emoção morrerá. O homem, vira a máquina.”