Coach e mentoria em inteligência cognitiva

Inicio agora o trabalho de coach e mentoria através da analise das suas inteligências cognitivas,  individuais, e o seu direcionamento pessoal  – dentro do conjunto de áreas da experiência humana.   Ao identificar as direções da sua atenção, podemos verificar áreas de potenciais e facilidades, estimulando-as, e trabalhar as deficiências, para aprimorar a sua capacidade de resposta e realização.

Em um único encontro você conhece seus pontos de excelência!

Como você vê o mundo, e como aproveitar isso no seu mais alto nível – e corrigir algumas deficiencias que podem atrasar seu caminho.

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Nosso medo mais profundo

“Nosso Medo Mais Profundo”

 

“Nosso medo mais profundo não é o de não sermos bons o suficiente.

 O nosso medo mais profundo é o de sermos poderosos além das medidas.

 É a nossa luz, e não a nossa escuridão, o que mais tememos.

 Por isso nos perguntamos: Quem somos para nos considerarmos brilhantes, maravilhosos, talentosos, fabulosos?

Nós somos crianças de Deus. A nossa falsa humildade não vai servir o mundo.

Não há nada de iluminado nesse encolher-se para que outros não se sintam inseguros à nossa volta.

Estamos todos aqui para irradiar, como fazem as crianças e, à medida que deixamos a

nossa luz brilhar, inconscientemente damos aos outros permissão para que brilhem também.

À medida que nos libertamos do nosso próprio medo, a nossa presença,

automaticamente, liberta os outros para que façam o mesmo.

A segurança só para alguns é, de fato, a insegurança para todos.

Depois de escalar uma grande montanha, descobrimos apenas que há muitas outras montanhas para escalar.

Marcados nessas pedras, você vai encontrar a dor da nossa luta, a tristeza das nossas

perdas e os alicerces da nossa vitória.

Para o mundo viver em paz é preciso que o círculo de luz seja expandido.”

 

                     “Our Deepest Fear”, publicado por Marianne Williamson, em 1992 no livro  “A Return to Love”.

 

Inteligência Social – Quanto mais conectados emocionalmente estivermos com alguém, maior será a força mútua.

Durante os anos 70 e 80, um grupo de cientistas americanos, liderados pelo psicólogo Howard Gardner, desenvolveu uma pesquisa em cognição humana mantida pela Universidade de Harvard. Esse projeto queria demonstrar e demonstrou que a escola deve valorizar as diferentes habilidades dos alunos e não apenas a lógico-matemática e a linguística, como é mais comum. Esse conhecimento e essa prática, com o tempo, foram transportados para o mundo corporativo.
Essa apropriação de ideias, essa migração de um universo para outro fez surgirem novos pesquisadores com interesses um pouco diferentes do projeto original e das ideias primeiras de Gardner e seu grupo. Daniel Goleman, também psicólogo, doutor por Harvard e professor da instituição, refletiu sobre a possibilidade da existência de uma inteligência emocional, ideia que evoluiu para os estudos de uma inteligência social, ou seja, o homem, enquanto espécie, é um ser estruturado para ser gregário ou conectado para usar uma expressão do século XXI.
Segundo o professor e conferencista americano, a neurociência descobriu que a estrutura concreta de nosso cérebro o torna sociável, independente de nossa vontade, ele nos leva a uma íntima conexão cérebro-a-cérebro sempre que nós interagimos com outra pessoa. “Esta ponte neural nos permite ‘atritar’ nosso cérebro, e assim o corpo, com todo mundo com que nós entramos em contato, da mesma maneira que eles fazem conosco. Mesmo nossos mais rotineiros encontros são regulados no cérebro, iniciando emoções em nós, algumas agradáveis, outras não. Quanto mais conectados emocionalmente estivermos com alguém, maior será a força mútua”, ele sentencia.
Uma vez entendido isso, poderemos trabalhar a forma como nos relacionamos e aprender mais com os resultados de nossas relações como se fôssemos cobaias de nós mesmos. Entendemos nossas interações poderemos aprender a regular nossas emoções decorrentes delas. Viver em grupo implica poder se relacionar com as pessoas sem que cada contato físico ou emocional seja um tormento para os membros dessa comunidade. Quanto mais pudermos entender como as emoções resultantes desses encontros podem ser trabalhadas, mais proveitosos serão os resultados das tarefas produzidas por esse conjunto de pessoas.
Nossos sentimentos resultantes de relações com o outro podem ter consequências de longo alcance, podem se esgueirar através de nossos corpos, afetando a produção de hormônios que regulam os sistemas biológicos e imunológicos. A descoberta de Golemam  então nos dá  uma conclusão surpreendente: tudo que resulta de nosso contato com as outras pessoas do círculo em que vivemos nos afeta não só emocionalmente, mas também biologicamente, o que a longo prazo pode ter consequências imprevisíveis. Um mal relacionamento pode nos fazer imunologicamente mais fracos e, via de consequência, mais vulneráveis a ataques biológicos externos.
O que parece que nos sobra disso é tentar entender a nós mesmos, não só enquanto lidamos com as nossas emoções, internamente, mas também com como nos relacionamos com o outro. Viver em grupo não só é uma necessidade cada vez mais imperativa como pode mudar a forma como seremos biológica e psicologicamente no futuro. Segundo o psicólogo, nós nos percebemos por intermédio das somas totais dos membros de um grupo, criamos assim um ao outro. Líderes e liderados precisam reconhecer e aceitar isso. Possuir inteligência social, portanto, é um imperativo de ordem par ao sucesso profissional no século XXI: ou aprendemos a nos relacionar e galgamos postos, posições e aliados ou continuamos a caminhar sozinhos e vemos a luz do nosso horizonte cada vez mais distante, até virar um ponto indefinido numa imensidão inalcançável.